Ações das Casas Bahia desabam 33% após pedido de recuperação judicial

Já fora da lista de membros do Ibovespa, papéis do grupo varejista acumulam queda de 85% no ano

Os papéis das Casas Bahia perderam mais de 30% no pregão desta segunda-feira (17), a medida que investidores digeriram a informação de que a varejista entrou com um pedido de recuperação judicial no último domingo (16).

Os papéis das Casas Bahia perderam mais de 30% no pregão desta segunda-feira (17), a medida que investidores digeriram a informação de que a varejista entrou com um pedido de recuperação judicial no último domingo (16).

As ações do grupo encerraram a sessão com perda de 33,3% negociadas a R$ 0,44.

Vale lembrar que os papéis já não fazem mais parte da lista de membros do Ibovespa e, desde janeiro deste ano, as ações já acumularam uma queda de quase 85%. 

A queda acontece em meio às novas polêmicas relacionadas à companhia. No domingo (16), via fato relevante, que protocolou seu pedido de recuperação judicial.

A ação chega após a companhia registrar um prejuízo de R$ 10 bilhões de reais no segundo trimestre, 18 vezes maior ante o mesmo período do ano passado.

No balanço, a empresa também não tinha descartado a possibilidade da necessidade de protocolar uma recuperação judicial.

Anos antes, em abril de 2024, a varejista Casas Bahia já havia pedido recuperação extrajudicial para dívidas que somavam R$ 4,1 bilhões. O Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo homologou o plano apresentado pela companhia após dois meses.

A publicação ainda confirmou o fechamento de 298 lojas pelas Casas Bahia, informação que inicialmente havia sido veiculada na mídia.

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