{"id":351,"date":"2019-03-27T19:40:48","date_gmt":"2019-03-27T19:40:48","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalhorizonte.com.br\/?p=351"},"modified":"2019-03-27T19:40:52","modified_gmt":"2019-03-27T19:40:52","slug":"como-eram-as-casas-em-bh-nos-primeiros-50-anos-da-cidade-livro-faz-mapeamento-inedito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/?p=351","title":{"rendered":"Como eram as casas em BH nos primeiros 50 anos da cidade? Livro faz mapeamento in\u00e9dito"},"content":{"rendered":"\n<p>Os detalhes arquitet\u00f4nicos e os modos de morar nas resid\u00eancias nas primeiras cinco d\u00e9cadas da capital mineira \u00e9 o tema de pesquisa, que resultou no livro&nbsp;<em>Casa Nobre: significados dos modos de morar nas primeiras d\u00e9cadas de Belo Horizonte<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Com coordena\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o da professora Celina Borges Lemos, da Escola de Arquitetura da da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a publica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 lan\u00e7ada na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira (2 de abril), na Escola da Arquitetura da UFMG, a partir das 19h, e na Livraria Quixote, no dia 20, \u00e0s 11h.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/bhaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Av-Brasil-1433-Foto-Pedro-Sales-2668BX.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-479398\"\/><figcaption>Interior de im\u00f3vel na Avenida Brasil (Pedro Sales\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Com o objetivo fazer um mapeamento de aspectos sociais, culturais e hist\u00f3ricos da constitui\u00e7\u00e3o de Belo Horizonte e sua arquitetura, o estudo enfatiza a chamada \u201cCasa Nobre\u201d. Trata-se de uma identifica\u00e7\u00e3o de casa senhorial brasileira, muito presente na arquitetura da capital mineira, e revela ind\u00edcios de como era a vida cotidiana nessas casas.<\/p>\n\n\n\n<p>A publica\u00e7\u00e3o elabora uma narrativa sobre as caracter\u00edsticas dessas arquiteturas, materiais adotados na constru\u00e7\u00e3o dessas casas e os aspectos projetivos e est\u00e9ticos de atribuem esses espa\u00e7os uma idealiza\u00e7\u00e3o singular. O recorte temporal compreende o per\u00edodo da funda\u00e7\u00e3o da cidade, em 1897, at\u00e9 o ano de 1947.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/bhaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Av-Joao-Pinheiro-450-Foto-Pedro-Sales-2141BX.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-479397\"\/><figcaption>Fachada de im\u00f3vel na Avenida Jo\u00e3o Pinheiro (Pedro Sales\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A pesquisa destaca arquitetos e arquiteturas que marcaram a hist\u00f3ria da nova capital de Minas Gerais e seu projeto urban\u00edstico original; a arquitetura nobre, uma vez ocupada pelos primeiros dirigentes e membros respeitados da sociedade local, e alguns di\u00e1logos com a arquitetura moderna mineira e a intimidade dessas casas \u2013 que traduz os diversos modos de morar.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo revela tamb\u00e9m os pormenores t\u00e9cnicos e recursos de infraestrutura dom\u00e9stica incorporados nessas novas praticas do viver dom\u00e9stico. Dessas configura\u00e7\u00f5es delineiam-se as representa\u00e7\u00f5es, mem\u00f3rias, identidades que colaboram para delinear a cultura e o cotidiano da ent\u00e3o, rec\u00e9m-fundada, Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Documentos, fotos e plantas originais<\/h2>\n\n\n\n<p>Para a concep\u00e7\u00e3o do \u201cCasa Nobre\u201d, foram reunidos diversos documentos, como fotos, desenhos e plantas originais, que foram selecionados e analisados pela equipe do projeto. Somado a esse extenso material, um registro fotogr\u00e1fico de 30 das resid\u00eancias pesquisadas enriquecem e sofisticam a narrativa hist\u00f3rica a partir de um recorte inicial de cerca de 200 resid\u00eancias identificadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Distribui\u00e7\u00e3o e venda<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O livro&nbsp;<em>Casa Nobre: significados dos modos de morar nas primeiras d\u00e9cadas de Belo Horizonte<\/em>tem inicialmente uma tiragem de mil exemplares. A publica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 distribu\u00edda gratuitamente no dia do lan\u00e7amento na Escola de Arquitetura da UFMG, e uma parte ser\u00e1 doada para bibliotecas p\u00fablicas e universit\u00e1rias dedicadas \u00e0 tem\u00e1tica do livro.<\/p>\n\n\n\n<p>A publica\u00e7\u00e3o estar\u00e1 \u00e0 venda na Livraria Quixote e tamb\u00e9m&nbsp;por meio do site da Editora Frente e Verso (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.frenteversobh.com.br\/editora\" target=\"_blank\">https:\/\/www.frenteversobh.com.br\/editora<\/a>). Pre\u00e7o: R$ 40 &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento I do livro&nbsp;<\/strong><em><strong>Casa Nobre: significados dos modos de morar nas primeiras d\u00e9cadas de Belo Horizonte<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quando?&nbsp;<\/strong>Ter\u00e7a-feira, 2 de abril, 19h&nbsp;<br><strong>Onde?<\/strong>&nbsp;Escola de Arquitetura daUFMG \u2013&nbsp;Rua Para\u00edba, 697 \u2013 Savassi<br><strong>Entrada gratuita<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento II do livro&nbsp;<\/strong><em><strong>Casa Nobre: significados dos modos de morar nas primeiras d\u00e9cadas de Belo Horizonte<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quando?&nbsp;<\/strong>20\/4, 11h<br><strong>Onde?&nbsp;<\/strong>Livraria Quixote \u2013 Rua Fernandes Tourinho, 274 -Savassi<br><strong>Entrada gratuita<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cr\u00e9dito das fotos:&nbsp;<\/strong>Pedro Sales \u2013 Divulgac\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os detalhes arquitet\u00f4nicos e os modos de morar nas resid\u00eancias nas primeiras cinco d\u00e9cadas da capital mineira \u00e9 o tema de pesquisa, que resultou no livro&nbsp;Casa Nobre: significados dos modos de morar nas primeiras d\u00e9cadas de Belo Horizonte. Com coordena\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o da professora Celina Borges Lemos, da Escola de Arquitetura da da Universidade Federal [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":352,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/351"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=351"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/351\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/352"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=351"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=351"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalhorizonte.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=351"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}